Num país cansado de radicalismos e de discursos que alimentam clivagens, há uma figura que se destaca pela serenidade, pela experiência e pela capacidade de construir pontes. Num tempo em que a política vive de soundbites, aqui encontramos consistência, prudência e visão estratégica.
A Presidência da República não exige popularidade momentânea: exige autoridade moral, experiência acumulada e sentido de Estado. É fácil confundir notoriedade com competência, mas a história mostra que, em momentos de crise, não vence a voz mais alta, vence a mais sábia.
Este candidato conhece o país por dentro e por fora. Foi deputado em várias legislaturas, acompanhando de perto o pulsar da Assembleia e a realidade concreta dos cidadãos. Passou pelo governo, com responsabilidades diretas na relação entre o executivo e o Parlamento, adquirindo experiência prática de negociação e de construção de consensos. Mais tarde, assumiu a liderança de um dos principais partidos do arco de governação em tempos de forte turbulência política, o que lhe deu uma visão única sobre os desafios da governabilidade.
Além do percurso político, construiu também uma carreira sólida na advocacia, exercida ao mais alto nível. O trabalho jurídico, aliado ao conhecimento da Constituição e das instituições, reforça a sua autoridade e garante-lhe uma capacidade única de interpretar a lei com independência e rigor. Soube afastar-se da rotina partidária e conquistar uma posição independente, como analista e comentador o que lhe permitiu olhar para o país com distanciamento crítico, avaliando políticas e protagonistas sem amarras nem fidelidades. É precisamente esta combinação: experiência de governação, carreira jurídica consolidada e liberdade conquistada fora da política ativa que o torna único no presente contexto.
E, quando se olha para os restantes, a diferença torna-se evidente:
• há o outsider mediático, que conquistou notoriedade recente, mas sem o conhecimento institucional que o cargo exige;
• há o académico brilhante, com ideias interessantes no papel, mas sem a dureza prática que a Presidência requer;
Este candidato, pelo contrário, tem experiência sem estar agarrado ao passado, autoridade sem ser autoritário, proximidade sem ser populista. Não gera medo, gera confiança. Não divide para conquistar, une para governar.
O próximo Presidente terá de ser árbitro, não jogador; terá de dar confiança aos mercados e, ao mesmo tempo, estar próximo dos cidadãos comuns; terá de representar o país lá fora sem perder de vista os problemas cá dentro. É nesse equilíbrio que este candidato se ergue acima de todos.
Se há uma qualidade indispensável a quem ocupará Belém, é a previsibilidade responsável. Nada de fogos de artifício, mas firmeza, bom senso e dignidade.
Em política, a escolha raramente é entre o ideal e o mau. É entre o sólido e o incerto. E, aqui, a escolha é clara: o sólido é quem reúne serenidade, experiência e visão.
Consultora de comunicação