
Cláudia Campo, viúva de Jorge Nuno Pinto da Costa, está preparada para a batalha judicial contra Alexandre Pinto da Costa, segundo avança a ‘TV Guia’.
“Não vai ser uma guerra fácil. É muito contrangedor e levanta muitas questões. O Pinto da Costa tem o direito a dispor de um terço do património – a quota disponível – e fazer dela o que quiser. Pode dar, pode fazer desaparecer, não importa, é um direito dele. Com os outros terços, não é assim. Legalmente, estes dois terços não podem desaparecer. Como é que desapareceram mais de 10 milhões de euros e todo um espólio de vida herdado e adquirido? Tem de descobrir o rasto e o Alexandre faz muito bem em querer saber o que é feito de tudo isto“, começou por explicar Cláudia Jacques.
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“Saiu pela porta pequena”
“Numa idade muito avançada, e sabendo que tinha uma doença sem cura, o Pinto da Costa decidiu recandidatar-se ao cargo de Presidente do Futebol Clube do Porto. Achava que era invencível? Tinha sido influenciado por quem o rodeava? O que aconteceu? Só aquela meia dúzia é que achava que ele se devia recandidatar, porque a esmagadora maioria dos votantes deu-lhe uma derrota avassaladora. Se foi só ideia dele ou se se deixou influenciar pelas pessoas que o bajulavam e que tinham interesse em que ele se recandidatasse, mostra aqui claramente que foi este o motivo pelo qual o Alexandre se desentendeu com o pai, o que ditou este afastamento. O Alexandre tinha avisado o pai de que ele não estava bem rodeado e aconteceu exatamente o que o Alexandre tinha previsto: o pai saiu do Futebol Clube do Porto pela porta pequena“, continuou
“Quando a Sandra Felgueiras lhe fez uma entrevista, uma das perguntas foi: ‘O grande amor da sua vida foi o Futebol Clube do Porto?’ Resposta do Pinto da Costa: ‘Não. O grande amor da minha vida são os meus dois filhos.’ Então, ele não deu ouvidos ao Alexandre e o grande amor foi o futebol, porque se deixou rodear por aquelas pessoas e recandidatou-se a um lugar para o qual sabia que não tinha tempo disponível para desempenhar“, rematou a comentadora.