
A antecipação para o GP das Américas está marcada por um misto de confiança e precaução para Pedro Acosta. O piloto da Red Bull KTM Factory Racing recorda com agrado a edição do ano passado e acredita que a base de trabalho é positiva para a prova deste ano.
Na antevisão à ronda que está prestes a arrancar, o espanhol começou por lembrar: ‘O ano passado foi bastante bom, para ser honesto. Acho que começamos a partir de um bom ponto de partida. Vamos ver como está o tempo, porque parece que vai ser complicado durante toda a semana. Mas, de qualquer forma, temos de manter a calma’.
O fator meteorológico surge como um dos grandes pontos de interrogação para o fim de semana. Questionado sobre se a chuva poderia ser uma vantagem, o espanhol respondeu com otimismo: ‘Normalmente, a KTM é bastante rápida em condições de chuva quando o tempo está complicado. Há muitas dúvidas porque parece que repavimentaram muitas partes do circuito. Não sabemos bem como vão funcionar ou que zonas foram afetadas. Como disse, de uma forma geral, estamos preparados para tudo’.
Outro fator que pode influenciar a prestação da KTM será a evolução da aderência do asfalto em comparação com as últimas provas do campeonato: ‘O ano passado, como referi, a moto funcionou muito bem. Agora começamos a entrar em circuitos que oferecem mais aderência do que Tailândia e Argentina, sendo uma transição mais natural em relação à Malásia. Temos de nos manter tranquilos e ver onde estamos’.
Acosta sublinha a importância de manter a consistência e de adaptar-se rapidamente às condições do traçado: ‘Temos de esperar para ver como se comporta a moto nestas novas condições, mas estou confiante de que podemos fazer um bom trabalho’.