Uma das candidaturas que não chegou a ser oficializada para receber o Mundial de 2035 foi a do consórcio formado por Portugal, Espanha e Marrocos, devido ao país africano ter desistido de concorrer para aquela edição.

"Está aberto o caminho para que o Campeonato do Mundo feminino se realize em 2031 e 2035 nestas duas grandes nações [EUA e Reino Unido], de forma a estimular ainda mais o movimento do futebol feminino", declarou Gianni Infantino, na abertura do 49.º Congresso da UEFA, em Belgrado, acrescentando que à candidatura norte-americana poderão juntar-se outros países da CONCACAF.

Terminado o prazo para a receção das propostas, a FIFA recebeu apenas uma "candidatura para 2031 e um ficheiro válido para 2035", explicou Gianni Infantino, antecipando a mais que provável escolha dos anfitriões para as duas edições.

Quatro anos depois do programado Mundial de 2027 no Brasil, os Estados Unidos deverão, assim, receber uma terceira edição da maior competição de futebol feminino, depois das que organizou em 1999 e 2003.

Nesta ocasião, a FIFA pretende aumentar o número de seleções participantes de 32 (desde 2023) para 48, como a expansão prevista para 2026 do torneio masculino, anunciou Gianni Infantino.

A única "candidatura válida" para 2035 vem "da Europa, das nações de origem" do futebol, segundo Gianni Infantino, nomeadamente das Ilhas Britânicas, ou seja, as federações de Inglaterra, Irlanda do Norte, Escócia e País de Gales.

Os Mundiais masculinos de 2030 e 2034 já tinham sido 'pré-atribuídos' da mesma forma a duas únicas candidaturas em disputa: uma aliança Espanha-Marrocos-Portugal com três jogos na América do Sul, para 2030, e Arábia Saudita, para 2034.

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