A morte precoce de Miller Gardner, filho do ex-jogador de basebol dos New York Yankees, Brett Gardner, impressionou várias pessoas em todo o mundo. O jovem, de apenas 14 anos, perdeu a vida durante o sono no passado dia 21 de março numas férias em família na Costa Rica.

Pouco tempo depois, os pais, Brett e Jessica Gardner emitiram um comunicado a apontar o que poderia ter 'roubado' a vida de Miller Gardner. Segundo os progenitores, o menino tinha ficado doente, juntamente com outros familiares. Mas a história não terminaria por aí.

Mais recentemente, o caso levou uma reviravolta com os primeiros relatórios a sugerir que o filho da antiga estrela dos Yankees tinha provavelmente morrido por asfixia "após uma possível intoxicação, por aparentemente, ingerir algum alimento", porém, esta não viria a ser a causa oficial da morte.

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Como já noticiado pelo site Fama Show, tinha sido levantada ainda a teoria de que Miller Gardner teria sido vida de envenenamento por monóxido de carbono — o que se veio, nesta quinta-feira, 3 de abril, a confirmar. Segundo a revista People, o jovem foi exposto ao monóxido de carbono, acabando por perder, desta forma, a vida.

Segundo novos dados, já definitivos, o filho do ex-jogador de basebol dos New York Yankees testou positivo para carboxihemoglobina. Quem o confirmou foi Randall Zúñiga, o diretor do Departamento de Investigação Judicial da Costa Rica, em declarações à Associated Press.

De salientar que este composto químico corresponde a um pigmento sanguíneo que se forma quando o monóxido de carbono se liga à hemoglobina. Um nível superior a 50 por cento no corpo humano já é considerado letal. No caso de Miller Gardner, era de 64 por cento. Na autópsia, uma "camada" do composto foi ainda detetada nos órgãos do jovem, o que veio a comprovar a presença do gás venenoso no seu corpo.

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Como também já tinha vindo a público, o quarto do hotel onde a família se encontrava de férias estava situado perto de "uma sala de máquinas". Segundo Randall Zúñiga, acredita-se que "possa ter havido algum tipo de contaminação". Quanto a isso, a unidade hoteleira negou tais conclusões garantindo que os níveis de monóxido de carbono eram "inexistentes e não letais".