Ao contrário do que seria de esperar tendo em conta que o jogo era na casa dum grande, desta vez Ricardo Velho não foi a estrela maior dos algarvios — encaixou três golos e efetuou uma defesa complicada a livre direto batido por Di María (69'). Na defesa, Artur Jorge teve uma noite para esquecer, pois deixou Pavlidis rodar à vontade no segundo golo benfiquista e no terceiro pecou pela ausência, deixando o grego livre de marcação. Cláudio Falcão foi lá à frente para colocar uma bola na barra e permitir que Tomás Ribeiro, na recarga, fizesse o golo da equipa de Tozé Marreco. Pastor sentiu algumas dificuldades inicialmente mas foi-se recompondo com o andar do relógio, enquanto na faixa contrária Miguel Menino ficou por uma vez no cara-a-cara com Trubin (30') mas pareceu ter-se assustado com o gigante ucraniano. Rony Lopes voltou a uma casa que bem conhece e depois de muito tempo fora dos holofotes, apareceu para marcar o segundo golo. Zé Carlos teve abordagem de infantil no segundo golo encarnado, ao deixar a bola bater no chão e passar-lhe por cima. Tomané teve uma oportunidade de empatar a partida, de cabeça (77'), mas Trubin negou-lhe os intentos.

As notas dos jogadores do Farense: Ricardo Velho (6); Pastor (5), Artur Jorge (3), Cláudio Falcão (5), Tomás Ribeiro (6) e Poloni (7); Rony Lopes (6), Zé Carlos (4), Neto (5) e Miguel Menino (5); Tomané (5); Filipe Soares (6), Rui Costa (5), Álex Bermejo (5), Marco Matias (—) e Yusupha (—)