
Donald Trump agendou para esta quarta-feira uma reunião sobre o futuro da rede social TikTok no país.
Esta reunião acontece a três dias de terminar o prazo dado pelo Presidente dos Estados Unidos para que a aplicação fosse vendida a um investidor que não seja chinês. Caso contrário a rede social será banida.
A reunião será para discutir potenciais investidores e contará com a presença do vice-presidente JD Vance e o conselheiro de segurança nacional, Mike Waltz.
Em 10 de março, Donald Trump afirmou que havia quatro empresas interessadas no TikTok.
"Todos os quatro [grupos] são bons", limitou-se a dizer na altura.
Em 21 de janeiro, um dia depois de regressar à Casa Branca, Trump assinou uma extensão de 75 dias sobre a implementação de uma lei aprovada sob o comando do ex-presidente Joe Biden que proíbe o TikTok de operar nos EUA por razões de segurança nacional, a menos que se separe da empresa-mãe, a chinesa ByteDance.
No início de fevereiro, Trump assinou uma ordem executiva a dar instruções aos Departamentos do Tesouro e do Comércio para criarem um "fundo soberano" que poderia adquirir o TikTok.
A ByteDance lançou o Douyin, a aplicação chinesa original do TikTok, em 2016.
Depois do êxito na China, criou, em 2017, uma versão global, o TikTok, que se tornou um fenómeno sem precedentes para uma aplicação chinesa, ultrapassando gigantes como as redes sociais Facebook e Instagram em velocidade de crescimento.